sexta-feira, 30 de setembro de 2011

- olá lua.
- olá pequena, como estás?
- estou bem, ou pelo menos faço-me de forte para o parecer.
- tu és forte e eu sei que superas tudo.
- mas "sozinha"? não consigo, lua.
sabes pequenina? olha para mim, sozinha também brilho (...) tal com o tu.
p.s: da minha autoria.

domingo, 25 de setembro de 2011

e mais uma vez eu percebo toda a gente. e quem me percebe a mim?



querido "coiso", pois é, já não sei como te definir. jamais te poderei chamar como antes, pois agora não corresponderia à verdade. e é por isso que vim fazer a minha "despedida", tu já fizeste a tua à muito tempo, ou melhor nem chegas-te a fazê-la. será que foi em consideração a eu odiar despedidas? queria acreditar que sim. bem, não me quero divagar, para isso já me chegam as lágrimas que escorrem e se vão perdendo no meios dos lençóis,  as mãos que tremem e mal me deixam escrever com precisão, e para além de mais quero ser rápida, porque odiando despedidas não é nesta que me quero alongar. se a faço acredita que é porque à muito que ando com isto aqui entalado, e quero libertá-lo de uma só vez, para eu poder seguir a minha vida e tu a tua. tu tens feito o que "queres" de mim mas para mim chega! já não sou mais menina de tempos livres, já não sou mais segunda escolha. à um ano atrás passamos pelo maior obstáculo da nossa amizade, ao qual não conseguimos superar na totalidade, e ainda hoje me faz chorar só de pensar. eu lamento como as coisas foram, mas lamento ainda mais como tu agiste comigo. eu chorava por ti todos os dias, era doente, doente de amizade por ti. lamento se não o viste ou não quiseste ver, mas agora chega. se houver próxima vez que me vieres falar, talvez não obtenhas resposta. e acredita que não te vai custar tanto como me tem custado à um ano para cá. obrigado por teres passado por mim e virado a cara, acho que foi a gota final que me fez abrir os olhos e perceber que contigo ou sem ti, "é o mesmo". fica bem, (ex/suposto melhor amigo). independentemente de tudo, sabes bem rastomono.



dói muito, rastomono. dói mesmo.

conhecido → colega → amigo → melhor amigo. agora leia de trás para frente, dói né?

sábado, 24 de setembro de 2011

eu erro, tu erras, ele erra, nós erramos, vós errais, eles erram.
eu caio, tu cais, ele cai, nós caímos, vós caís, eles caem.
eu choro, tu choras, ele chora, nós choramos, vós chorais, eles choram
eu levanto, tu levantas, ele levanta, nós levantamos, vós levantais, eles levantam.
eu continuo, tu continuas, ele continua, nós continuamos, vós continuais, eles continuam.
eu sorrio, tu sorris, ele sorri, nós sorrimos, vós sorris, eles sorriem.
eu vivo, tu vives, ele vive, nós vivemos, vós viveis, eles vivem
eu amo, tu amas, ele ama, nós amamos, vós amais, eles amam.
eu erro (outra vez), tu erras, ele erra, nós erramos, vós errais, eles erram.

  

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

porque é que esta música diz tudo? farrusco.


« eu sei que não posso mais dar nenhum passo em direcção a ti
porque tudo o que me espera é o arrependimento
sabias que eu não sou mais o teu fantasma?
perdeste o amor que eu mais amei


eu aprendi a viver, metade viva
e agora queres-me mais uma vez
quem é que achas que és ?



vais correndo por aí deixando cicatrizes
a coleccionar um pote de corações
rasgando o amor ao meio
vais ficar constipado
do gelo que tens na tua alma



eu ouço-te a perguntares por mim.
onde estou para me procurares.
mas eu cresci muito mais forte
para voltar para os teus braços

levou tanto tempo para me sentir bem
para me lembrar de como voltar a ter luz nos olhos
quem me dera esquecer a primeira vez que nos beijámos
porque tu quebraste todas as promessas


agora estás de volta
mas não me vais ter de novo
portanto, não voltes para mim
não voltes para nós »   

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

 "More than words
Is all you have to do to make it real
Then you wouldn't have to say
That you love me 'cause I'd already know"

é óptimo quando temos pessoas"assim" na nossa vida. ana miguel minha 
♥  

domingo, 18 de setembro de 2011

farrusco.


OUTRA VEZ A SONHAR CONTIGO? - culpada.
eu não sei, não sei mesmo, mas tu teimas em permanecer nos meus sonhos, no meu pensamento, no meu dia-a-dia. já te pedi tantas vezes para fazeres as malas, e partires, porque é que não me ouves? sabes? lá no fundo é bom lembrar-te assim, o pior, é o acordar e ver que a realidade é bem diferente do esperado. e é por esse motivo que eu te peço tantas vezes para não apareceres e desapareceres assim, quando bem te apetece, pequenino.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

porque é que nós esperamos tanto, de nós? de todos? do mundo? já tentei encontrar mil e uma razões para tal facto, mas ainda não consegui chegar a nenhuma conclusão. talvez sejamos uns exigentes, não é, broa de mel? desculpa se não te percebo, mas tu não ajudas. 

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

farrusco.

já reparas-te? ultimamente não tenho deixado que me faças mal, não tenho sido parva e descido ao teu nível.
e por incrível que pareça desde então, sem explicação possível já não escrevo "a sério", já não tenho aquele sentimento de revolta dentro de mim que me obriga a escrever sobre ti, a deitar tudo cá para fora para aliviar esta pequena caixinha vermelha que há dentro de mim. por um lado é bom, não é? é sinal que estou bem comigo mesma, porque eu tenho noção que é quando estou mais em baixo, que consigo expressar-me melhor no que escrevo, é quando estou mais deprimida que as palavras saem sem ser preciso nenhum esforço, até porque nessas alturas apenas temos uma coisa na cabeça, é o motivo pelo qual assim estamos, tão frágeis, tão inúteis, tão pessimistas, tão "quase-nada".
sabes pequenino, tu já não és assim tão importante para mim, mas apesar de tudo, continuas a ser especial, pois é, continuo a nutrir um carinho especial por ti.


‎"- o amor é lindo!
- é lindo é! ai é que te enganas. o amor é fudido! e se não fores tu a querer fuder enquanto há amor, acredita que sais fudida e não fudeste, topas?"
p.s: a frase não é minha, mas como gostei, quis partilhar.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

a mim chegam-me estes todos e mais alguns.

esta gente anda toda a virar bipolar, é?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

you and me, again?

diz-me como é possível teres aparecido quando eu mais precisei? do nada. quando eu menos esperava que fosses tu que te ias lembrar da minha existência naquele preciso momento, que me ias apoiar, que me ias ouvir e ajudar a levantar. depois de uma borracha ter apagado o nosso passado, tu vieste para me relembrar que afinal, existirá sempre um "nós", um "eu e tu". independentemente de tudo o que se passou, tu mostras-me sempre o teu lado bom, e fazes-me de novo sorrir, só de pensar em ti. não dá nem para imaginar o como e o porquê. é tão estranho. você acredita em coincidência? então vá, vem e me faz acreditar nesta também, selvagem.



never.


 "nunca digas adeus, porque dizer adeus significa ir embora. e ir embora significa esquecer." - peter pan.

domingo, 11 de setembro de 2011


foi-me dado pelo blog "FRAGMENTOS DE TDelMona" um selo lindo. muito obrigado querida, senti-me muito honrada com este selinho para o meu cantinho :')

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

porque é que partis-te assim? sem uma única palavra.

fazes tanta falta a todos nós que te acompanhamos sempre, em tudo o que pudemos. os oito filhos, onze netos e sete bisnetos, sempre ao teu lado, agora que és uma estrelinha a brilhar para nós, e como sempre o fizemos. ficarás sempre entre nós, eu sei, pois alguém como tu merece tudo, tudo de bom. serás sempre alegria da casa.
foram dois dias tão complicados. ver-te ali assim, tão indefesa, tão frágil, sem a tua energia, sem a tua força. não há palavras que possam ser ditas nesta hora. entrar na tua casa. vazia, com tudo apagado, e tu já não lá estares no teu cadeirão onde permanecias com esse teu jeito tão especial, tão único. custa tanto, tanto. tu partis-te, mas continuas bem presente connosco. obrigado, querida bisavó. obrigado por tudo. tenho tanta pena que não possas ter visto todas as pessoas que estiveram lá hoje, para te homenagear, todas aquelas flores lindas que te deram, e todas as rosas brancas que te oferecemos, todos os teus meninos. custou tanto, mas depois de todas aquelas lágrimas ganhei forças e lá fui, dar-te um beijinho na testa e desejar-te um até já, bisavó.

p.s: peço desculpa por todos os trocadilhos, mas foi um desabafo muito sentido. e não consegui fazê-lo como "você" mas sim como "tu". peço desculpa, não é por falta de respeito, é por querer sentir ainda mais proximidade neste pequeno reconhecimento feito, neste desabafo, nesta homenagem.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

um dia disseste-me que eu podia chorar, porque tu estarias lá sempre para me limpares a lágrimas. é pena que esse dia tenha chegado e tu onde tens estado?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

oi coisa fofa!
muito bem, batam palmas. já sei que os outros têm sempre razão.
o meu silêncio também está errado, ou quê?
tzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.

novamente?

olá sonhos. todas as noites tem sido a mesma coisa. durante o dia fazem-me desesperar por terem sido tão reais, e à noite adormeço a pensar no que sonharei desta vez. como se não bastante, acordam-me a meio da noite e deixam-me a recordar, a recordar sem fim. não será tortura suficiente que todas as noites se repita isto? ou pelos vistos ainda têm de parecer tão reais, tão profundos, tão "ele". peço-vos, peço-vos muito que me deixem descansar, e que pelo menos cada vez que isto aconteça me deixem saboreá-los, que não fiquem a meio e não me deixem naquela angústia inexplicável. para a próxima já sabem, sonhar? sempre! mas até ao fiiiiiim.


you only live once

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

não nos deixes agora. não nos deixes nuuuunca! és alegria daquela casa, ba.
você é forte, não é?

domingo, 4 de setembro de 2011

as voltas que a vida dá, que o mundo dá!

como é possível ter tantas saudades de algo?
de alguém?
o passado é passado, mas está sempre tão presente.
agora e no futuro.

e por vezes ponho-me a lembrar do passado, de todas as diferenças, de todas as pessoas, de todos os momentos, as coisas mudam, de verdade. mas permanecem sempre.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011