domingo, 25 de setembro de 2011

e mais uma vez eu percebo toda a gente. e quem me percebe a mim?



querido "coiso", pois é, já não sei como te definir. jamais te poderei chamar como antes, pois agora não corresponderia à verdade. e é por isso que vim fazer a minha "despedida", tu já fizeste a tua à muito tempo, ou melhor nem chegas-te a fazê-la. será que foi em consideração a eu odiar despedidas? queria acreditar que sim. bem, não me quero divagar, para isso já me chegam as lágrimas que escorrem e se vão perdendo no meios dos lençóis,  as mãos que tremem e mal me deixam escrever com precisão, e para além de mais quero ser rápida, porque odiando despedidas não é nesta que me quero alongar. se a faço acredita que é porque à muito que ando com isto aqui entalado, e quero libertá-lo de uma só vez, para eu poder seguir a minha vida e tu a tua. tu tens feito o que "queres" de mim mas para mim chega! já não sou mais menina de tempos livres, já não sou mais segunda escolha. à um ano atrás passamos pelo maior obstáculo da nossa amizade, ao qual não conseguimos superar na totalidade, e ainda hoje me faz chorar só de pensar. eu lamento como as coisas foram, mas lamento ainda mais como tu agiste comigo. eu chorava por ti todos os dias, era doente, doente de amizade por ti. lamento se não o viste ou não quiseste ver, mas agora chega. se houver próxima vez que me vieres falar, talvez não obtenhas resposta. e acredita que não te vai custar tanto como me tem custado à um ano para cá. obrigado por teres passado por mim e virado a cara, acho que foi a gota final que me fez abrir os olhos e perceber que contigo ou sem ti, "é o mesmo". fica bem, (ex/suposto melhor amigo). independentemente de tudo, sabes bem rastomono.



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