quinta-feira, 15 de setembro de 2011

farrusco.

já reparas-te? ultimamente não tenho deixado que me faças mal, não tenho sido parva e descido ao teu nível.
e por incrível que pareça desde então, sem explicação possível já não escrevo "a sério", já não tenho aquele sentimento de revolta dentro de mim que me obriga a escrever sobre ti, a deitar tudo cá para fora para aliviar esta pequena caixinha vermelha que há dentro de mim. por um lado é bom, não é? é sinal que estou bem comigo mesma, porque eu tenho noção que é quando estou mais em baixo, que consigo expressar-me melhor no que escrevo, é quando estou mais deprimida que as palavras saem sem ser preciso nenhum esforço, até porque nessas alturas apenas temos uma coisa na cabeça, é o motivo pelo qual assim estamos, tão frágeis, tão inúteis, tão pessimistas, tão "quase-nada".
sabes pequenino, tu já não és assim tão importante para mim, mas apesar de tudo, continuas a ser especial, pois é, continuo a nutrir um carinho especial por ti.


‎"- o amor é lindo!
- é lindo é! ai é que te enganas. o amor é fudido! e se não fores tu a querer fuder enquanto há amor, acredita que sais fudida e não fudeste, topas?"
p.s: a frase não é minha, mas como gostei, quis partilhar.

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